Recomendações de Filmes: Março e Abril
Continuo focadíssima no meu objetivo de ver, no mínimo, 20 filmes em 2026 e este ano estou super crente de que o vou ultrapassar com distinção. Há meses em que vejo menos filmes do que outros, mas, até à data, vi, no mínimo, um filme por mês, sendo que em abril acabei por ver cinco, o que é uma vitória. Assim sendo, tenho boas recomendações para partilhar convosco hoje - e vou fazer uma pequena batota e recomendar também uma série documental, como bónus.
The Housemaid (2025), 4.5⭐
Millie fica imensamente aliviada quando tem a oportunidade de começar a trabalhar como empregada doméstica para uma família rica, o que lhe vai permitir recomeçar a sua vida. Contudo, à medida que o tempo passa, Millie vai percebendo que aquela família esconde segredos ainda mais profundos do que os seus.
Vi o filme depois de ter lido o livro e fiquei muito surpreendida pela positiva. Apesar de haver obviamente algumas alterações em relação ao livro, sinto que conseguiram manter a linha da história mais ou menos fiável e captar a atenção do espetador do início ao fim, tal como o livro o faz. Conseguiram manter o suspense e captar o lado mais sinistro das personagens, por isso acho que foi uma boa adaptação!
Hannah Montana: 20th Anniversary Special (2026, Disney+), 5⭐
20 anos depois do fenómeno Hannah Montana, Miley Cyrus senta-se à conversa com Alex Cooper, revisitando os momentos, a música e as memórias do programa, com imagens de arquivo nunca antes vistas, cenários recriados e convidados especiais.
Eu adorei voltar a sentir-me uma miúda e reviver os episódios de uma das séries que marcou a minha infância / pré-adolescência. Gostei imenso de ouvir as partilhas da Miley, a sua visão mais madura e que é capaz de olhar para tudo aquilo com uma perspetiva adulta, sem deixar de mostrar a emoção que reviver tudo lhe traz. Adorei que tivesse feito versões de algumas das músicas e gostei imenso de ouvir as memórias partilhadas pela sua mãe. Contudo, confesso que esperava um pouco mais. Foi ótimo, mas sinto que me soube a pouco!
Notting Hill (1999, Disney+), 4 ⭐
William Tacker é proprietário numa livraria de viagens no famoso bairro de Notting Hill, em Londres. A sua vida pacata e aborrecida é virada do avesso quando a famosa atriz americana Anna Scott aparece na sua loja. Um encontro casual por causa de sumo de laranja derramado leva a um beijo que se transforma num caso amoroso intenso. À medida que um homem comum e uma estrela de cinema glamorosa se aproximam cada vez mais, a luta para conciliar seus estilos de vida radicalmente diferentes em nome do amor é cada vez mais difícil.
Parece-me impossível que eu tenha demorado tanto tempo a ver este clássico, mas foram as saudades de Londres que me levaram a escolhê-lo. Adorei a imagem e a banda sonora do filme, que são a chave para que algumas cenas sejam tão icónicas, mas confesso que houve momentos em que me irritei imenso com o filme porque senti que algumas coisas aconteceram demasiado rápido e, por outro lado, porque acho que o William merecia alguém que o tratasse melhor do que a Anna o tratou. Mas aquela cena final tem todo o meu coração!
Sleepless in Seattle (1993, Disney+), 4⭐
Depois da morte da sua mulher, Sam Baldwin muda-se para Seattle com o seu filho, Jonah. Numa noite de Natal, Jonah decide ligar para um programa de rádio a tentar arranjar uma nova mulher para o seu pai e, a contragosto, Sam aceita falar sobre os seus sentimentos. Annie Reed, uma repórter de Baltimore, ouve tudo na rádio enquanto conduz e acaba por ficar apaixonada por Sam, mesmo sem o conhecer e apesar de estar noiva. Sem saber onde isso vai dar, ela escreve uma carta para Sam pedindo que ele se encontre com ela no Empire State Building no Dia dos Namorados.
Temos um romance bem cliché? Sim, temos, mas juro-vos que é daqueles que nos dá um quentinho no coração dificil de explicar. Se é irrealista em algumas coisas? Sim, mas traz aqueles romances dos anos 90 que já não são muito habituais. Eu gostei bastante do filme!
Lift: Golpe No Ar (2024, Netflix), 5⭐
Um mestre ladrão deixa-se convencer pela sua ex-namorada e pelo FBI a realizar um roubo impossível com a sua equipa internacional em pleno voo de passageiros de Londres para Zurique, colocando em risco as suas vidas e a de todos os passageiros.
Um filme de ação com o Kevin Hart tinha tudo para dar certo e, na minha opinião, deu muito certo! O filme tem imenso ritmo e muita ação, algum mistério envolvido e um lote de personagens super interessantes. Tem alguma comédia à mistura, drama e é daqueles filmes em que achamos que percebemos tudo, mas só no fim tudo é realmente desvendado. Gostei imenso!
The Gray Man (2022, Netflix), 4 ⭐
O agente mais habilidoso da CIA, cuja verdadeira identidade é desconhecida, descobre os segredos obscuros da agência e um ex-colega louco coloca uma recompensa pela sua cabeça ao recrutar assassinos internacionais para caçá-lo.
Mais um excelente filme de ação, com um ritmo alucinante, que nos deixa a torcer pelo alegado vilão que é, na verdade, o herói. Houve coisas que me surpreenderam no filme e é um filme que se vê super bem porque queremos que tudo se resolva, contudo confesso que esperava que o final fosse um bocadinho diferente.
E tal como prometido, agora vamos ao bónus...
Taylor Swift: The End of An Era (2025, Disney+), 5⭐
Esta minissérie documental de 6 episódios leva-nos aos bastidores da tour mundial que marcou a carreira da cantora. Ao longo dos episódios, é possível acompanhar de perto a vida da cantora, bem como ouvir testemunhos de outros artistas, familiares e amigos, colegas de trabalho, produtores e bailarinos, contando ainda com excertos de algumas performances nos concertos.
Eu sou uma grande fã da Taylor e fiquei muito triste por não ter estado no concerto da The Eras Tour em Portugal, mas sinto que esta série me aproximou um bocadinho mais de todo o fenómeno e me deixou ainda mais fã da cantora. Acho que é possível percebermos que, no fundo, ela é um ser humano normal como todos nós, com medos e ansiedades, e que tem um coração gigante. Adorei a forma como ela fala das pessoas que trabalham com ela e do destaque que lhes dá, nomeadamente aos bailarinos. Eu fiquei mesmo emocionada em alguns momentos, porque acho muito bonita a forma como ela partilha as suas histórias com o público. Acho que a série está muito bem concretizada e não podia deixar de partilhar esta recomendação convosco.
Agora passo a bola para vocês: que recomendações têm para partilhar comigo?






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